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O argentino Lionel Messi voltou em 2015 à sua melhor versão e conquistou, pela quinta vez, a Bola de Ouro FIFA, reforçando a ‘candidatura’ a melhor futebolista da história, ‘aproximando-se’ de Pelé e Maradona.

Bola de Ouro FIFA: Messi reforça candidatura a melhor de sempre
Bola de Ouro FIFA: Messi reforça candidatura a melhor de sempre

O ‘10’ do FC Barcelona e da Argentina marcou 52 golos e fez 25 assistências, sendo o principal responsável por mais um ano fantástico do conjunto catalão, que conquistou cinco títulos, entre eles a Liga dos Campeões.

Messi só não teve um ano perfeito porque perdeu a Supertaça espanhola e voltou a não conseguir vencer pela Argentina, que, um ano depois do desaire com a Alemanha no prolongamento da final do Mundial, perdeu para o anfitrião Chile a final da Copa América, agora na ‘lotaria’ dos penáltis.

Depois de ter sido eleito o melhor do ano da UEFA, com votação esmagadora (90,7 por cento), e da Liga espanhola, pela sexta vez em sete épocas, Messi recebeu 41,33 por cento dos votos e teve 319 votos para o primeiro lugar, em 498 possíveis.

O argentino bateu claramente o português Cristiano Ronaldo (Real Madrid), que teve 27,76 por cento dos votos e 100 para primeiro, e o brasileiro e seu companheiro de equipa Neymar, que somou 7,86 por cento e apenas 15 para primeiro.

O argentino, que na presente temporada perdeu quase dois meses devido a lesão, foi decisivo em cada uma das conquistas do conjunto de Luis Enrique, sobressaindo como líder de um ataque temível, com Neymar e o uruguaio Luis Suárez.

Na Liga dos Campeões, Messi foi ‘enorme’ no ‘jogo do ano’, o regresso a Nou Camp de Pep Guardiola, ao comando do Bayern Munique, na primeira mão das meias-finais, a 06 de maio.

Com tudo empatado a um quarto de hora do fim, Messi inaugurou o marcador com um forte e colocado remate de fora da área e, depois, fez magia, ao ‘deitar’ o ‘gigante’ Jerome Boateng e fazer um ‘chapéu’ a ‘sua alteza’ Manuel Neuer.

O argentino ainda estaria em destaque nos descontos, com um passe a isolar Neymar para este sentenciar o apuramento para a final, na qual Messi ficou em ‘branco’, mas esteve nas jogadas dos três golos à Juventus (3-1), em Berlim.

Nas competições internas, o argentino marcou o golo que selou o triunfo na Liga espanhola, no reduto do Atlético de Madrid (1-0), e, na Taça do Rei, voltou a usar a ‘varinha’ para inaugurar o marcador, na final, face ao Athletic (3-1).

No ‘neutro’ Nou Camp, Messi, que ‘bisaria’– depois de Neymar apontar o segundo -, recebeu a bola sobre o meio campo, descaído para a direita, e começou a ultrapassar adversários, uns atrás dos outros, até ‘fuzilar’ de pé esquerdo.

Já na presente temporada, o ‘10’ voltou a dizer presente na Supertaça Europeia, o primeiro jogo da época, ao ‘bisar’ frente ao Sevilha, de Beto, que o ‘Barça’ bateu por 5-4, após prolongamento, com dois golos de livre direto.

Para não variar, Messi também não falhou na final do Mundial de clubes, ao inaugurar o marcador face aos compatriotas do River Plate, que os catalães venceram por 3-0. Os outros dois golos pertenceram a Suárez, o grande ausente do trio final.

Estes cinco jogos chegavam para entregar a Bola de Ouro ao argentino, que repetiu os triunfos que conquistou consecutivamente entre 2009 e 2012.

A série foi interrompida por Cristiano Ronaldo, que, há um ano, ‘prometeu’ igualar os quatro troféus de Messi, mas não o conseguiu, perdendo agora por 5-3 no confronto direto.

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