Volta a Portugal: Rui Costas e Paulinhos ”custam” muito trabalho
As recentes conquistas de Rui Costa e Sérgio Paulinho no Tour uniram-nos aos históricos Joaquim Agostinho, Acácio da Silva e Paulo Ferreira, que nunca beneficiaram do ”viveiro” que é a seleção portuguesa, com condições ao nível de qualquer equipa profissional.
A exportação dos atuais sete ”emigrantes” para equipas estrangeiras, além do trabalho de clubes e equipas portugueses, em muito deve ao investimento na formação e participação frequente dos jovens atletas em provas internacionais dos vários escalões etários, nos últimos anos, a representar a Federação Portuguesa de Ciclismo
”É um trabalho intensivo que tem sido feito e já vem do ano passado. Achámos que corredores sub-23, que já correm a Volta à França do Futuro – bastante exigente – tinham necessidade de fazer este tipo de corrida para se prepararem física e mentalmente para outras competições, para passar a elites no ano seguinte e isto dá-lhes a oportunidade de as equipas (profissionais) olharem para eles e até fazerem um contrato”, disse à agência Lusa o selecionador português, José Poeira.


