LE/Grupo I: V. Guimarães perde com Betis, mas conserva aspirações
O Vitória de Guimarães perdeu hoje 1-0 na receção aos espanhóis do Betis Seviha, em encontro da quarta jornada do grupo I da Liga Europa de futebol.
Quando tudo indicava que a partida terminaria com um empate a zero, Verdú “rasgou” a defesa vitoriana com um passe para Chuli, que, à saída de Douglas, fez o desvio subtil para o fundo das redes.
Era a festa na bancada dos muitos espanhóis que viajaram de Sevilha e a incredulidade da esmagadora maioria dos adeptos vitorianos e do treinador Rui Vitória.
O empate era um mal menor face ao empate verificado no outro jogo do grupo (1-1 no Rijeka-Lyon), mas, com este resultado, o Vitória complicou a passagem à fase seguinte.
O empate até se justificava, mas o Betis mereceu o prémio por ter sido a equipa que mais procurou a vitória e que mostrou melhor qualidade de jogo.
O Vitória apresentou-se muito retraído, deixando Maazou muito sozinho na frente de ataque, e teve uma atitude demasiado expectante.
O primeiro remate digno desse nome surgiu aos 23 minutos, por André Santos, de livre direto, que obrigou o guarda-redes Andersen a defender para canto, mas sem grande dificuldade.
A resposta chegou dois minutos depois, num “tiro” de fora da área de Juan Carlos, jogador emprestado pelos vizinhos e rivais de Braga, a que Douglas se opôs superiormente.
O jogo direto do Vitória não produzia resultados e a tentativa mais apoiada e rendilhada do Betis também não, originado um jogo desinteressante de se assistir.
Na segunda parte, o Vitória “conseguiu” piorar o seu nível exibicional, com destaque para Nii Plange, completamente desastrado, e Maazou, que se deixou apanhar vezes sem conta na posição de fora de jogo.
Barrientos ainda tentava acelerar o jogo, mas a sua ação era insuficiente. Tiago Rodrigues entrou para o lugar de André Santos e o Vitória ganhou algum ascendente.
Mas foi a equipa espanhola que dispôs das melhores oportunidades de golo: aos 67 minutos, Molina surgiu isolado na cara de Douglas, mas rematou contra o guarda-redes brasileiro e, na sequência do canto, o defesa central Caro falhou por muito pouco o cabeceamento.
Imagem da pobre exibição vitoriana é o facto de a melhor ocasião ter sido um lance em que Maazou ficou a poucos centímetros de conseguir desviar um centro perigoso de Barrientos (75).
E quando já ninguém o esperava surgiu o golo de Molina, já no quarto minuto de descontos, sendo que o árbitro apenas deu três.
Thursday, 7 de November de 2013
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