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Síntese: Rio Ave regressa às vitórias após ‘jejum’ de quatro jogos

O Rio Ave regressou hoje às vitórias após um ‘jejum’ de quatro jogos, ao bater o Vitória Setúbal por 2-1, graças a uma ‘bomba’ do lateral esquerdo Bruno Teles, aos 90 minutos, em jogo da oitava jornada da Liga de futebol.

Síntese: Rio Ave regressa às vitórias após ‘jejum’ de quatro jogos
Síntese: Rio Ave regressa às vitórias após ‘jejum’ de quatro jogos

A equipa vila-condense teve um início fulgurante de campeonato, mas já não vencia há quatro jogos, nos quais somou dois empates e duas derrotas, embora duas dessas quatro partidas tenham sido frente a dois candidatos ao título, Benfica e FC Porto, e tinha necessidade de retomar o trilho dos triunfos para restituir a confiança à equipa.

No entanto, foi uma vitória alcançada ‘à bomba’, frente ao um Vitória Setúbal que deu forte réplica e que só baqueou a um minuto do fim do tempo regulamentar, quando Bruno Teles arrancou um pontapé potente a 25 metros da baliza, com a parte de fora do pé esquerdo, levando a bola a passar por uma floresta de pernas e a anichar-se no fundo das redes de Pedro Trigueira, numa altura em que o empate parecia inevitável.

O Rio Ave só chegou ao golo aos 75 minutos, na execução de um livre cobrado por Francisco Geraldes, que não bateu a bola por cima da barreira, endossando-a para Rúben Ribeiro, a quem a defesa sadina se esqueceu de marcar, deixando-o solto para finalizar à vontade.

O caminho para o triunfo parecia desbravado, mas o Vitória chegou ao empate aos 84 minutos, num cruzamento de João Amaral para a área vila-condense ao qual acorreu Vasco Fernandes, que não chegou a tocar na bola, mas cuja posição duvidosa suscitou a intervenção do vídeoárbitro, a indicar o golo do empate, só desfeito pela tal ‘bomba’ inesperada de Bruno Teles.

O Paços de Ferreira também regressou hoje às vitórias, ao bater em casa o Moreirense por 3-2, mas chegou a desbaratar uma vantagem de dois golos, com Pedrinho a inaugurar o marcador, aos 29 minutos, e Welthon a aumentar a vantagem aos 31, na conversão de um penálti.

A equipa de Moreira de Cónegos teve o mérito de reagir à adversidade e conseguiu recuperar, com golos de Rafael Costa, aos 40 minutos, e de Iago Santos, aos 64, mas a eficácia valeu ao Paços os três pontos.

Tal como na primeira parte, o Paços, sem ter feito muito por isso, voltou a ser feliz e, desta vez, decidiu mesmo o jogo, por Miguel Vieira, a corresponder de cabeça a um canto, o primeiro de dois conseguidos pelos locais na segunda parte e em todo o jogo, batido por Xavier da direita.

Com este resultado, o Paços de Ferreira deu um pulo na classificação, ascendendo provisoriamente ao nono lugar, com nove pontos, mais três do que o Moreirense, que caiu para o 18.º e último lugar.

Por seu lado, o Boavista, agora orientado por Jorge Simão, confirmou hoje a sua fase de retoma ao vencer em casa o Feirense por 1-0 e ao somar três jogos consecutivos sempre a pontuar.

Depois de terem batido o Benfica e empatado fora com o Setúbal, os ‘axadrezados’ realizaram porventura a melhor exibição da época e impuseram-se ao Feirense graças a um golo de Renato Santos, aos 38 minutos, a dar sequência um grande cruzamento de Talocha.

O Boavista tem 10 pontos e ultrapassou, assim, o Feirense, que sofreu a quarta derrota consecutiva, continua com oito pontos e foi uma equipa triste e descrente.

Por seu lado, Portimonense e Desportivo das Aves empataram a dois golos, mas a equipa algarvia só evitou a derrota a dois minutos do final, graças a um golo de Fabrício.

Amilton, aos 38 minutos, colocou o Desportivo das Aves em vantagem, mas Rúben Fernandes em cima do intervalo empatou a partida.

Apesar da pressão ofensiva do emblema de Portimão, foi o Desportivo das Aves quem, em contra-ataque, voltou a colocar-se na frente do marcador, num golo apontado por Arango, aos 69 minutos, oito depois de ter substituído Vítor Gomes.

Até ao final, o técnico Vítor Oliveira tentou evitar a derrota, reforçando o ataque com as entradas de Pires e de Dener, tendo o golo surgido a dois minutos do final, por intermédio de Fabrício, que, sem marcação na área e na sequência de um pontapé de canto, bateu o guarda-redes, num lance em que Quim não fica isento de responsabilidade.

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