Guimarães: «Coisa de outro mundo», diz Macedo sobre incidentes na Madeira
O presidente do Vitória de Guimarães, Emílio Macedo da Silva, considera que os incidentes no final do jogo de futebol com o Nacional, domingo, foram ”maus de mais para ser verdade, uma coisa do outro mundo”.
Em entrevista quinta-feira à noite na Rádio Santiago, no programa ”Fórum Vitória”, o dirigente confessou nunca ter visto ”nada semelhante na vida” e classificou a ”tentativa de agredir o senhor Manuel Cajuda” de Predrag Jokanovic, treinador do Nacional, como uma ”atitude de louco”.
Emílio Macedo disse achar que ”as coisas estavam mesmo premeditadas” e adiantou que ”se aquilo acontecesse aqui em Guimarães”, despedia o treinador na hora.
Para o presidente do Nacional sobram críticas: ”O senhor Rui Alves nem teve a hombridade de me fazer um simples telefonema a pedir desculpas em nome do Nacional. Pelo contrário, ainda prestou declarações a achincalhar o que aconteceu”.
O dirigente vimaranense reassumiu também a luta por um lugar nas competições europeias.
”Estamos em quarto lugar e temos todas as condições para atingir uma prova europeia, isso já foi assumido pela equipa técnica e pela direcção. Pelo futebol desenvolvido é com mérito que estamos lá”, disse, mostrando intenção de ”morder os calcanhares ao Sporting”, na luta pelo terceiro lugar.
O presidente vitoriano avançou ainda que a renovação com o argelino Ghilas, um dos jogadores mais preponderantes da equipa e mais estimados pela massa adepta do clube, poderá avançar a curto prazo.
”O empresário do Ghilas virá a Guimarães nos próximos dias e vamos tentar a prorrogação do vínculo ao Vitória por mais três anos. É do agrado do jogador, nós também queremos que ele fique e quando assim é as coisas ficam mais facilitadas”, afirmou.


