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Tomás Costa desvaloriza mau momento e apela à confiança no trabalho e no treinador

O futebolista argentino Tomás Costa desvalorizou hoje o mau momento do FC Porto e apelou à necessidade de ”confiar no trabalho” realizado e no que o ”treinador transmite”.

Tomás Costa desvaloriza mau momento e apela à confiança no trabalho e no treinador
Tomás Costa desvaloriza mau momento e apela à confiança no trabalho e no treinador

Frente à Naval 1º de Maio, o argentino considera ”indispensável ao FC Porto vencer”, para inverter o sentido das derrotas sofridas com o Leixões e Dínamo Kiev, Liga dos Campeões, nos dois últimos jogos.

”A Naval vai entrar cautelosa, a defender e à espera de não sofrer golos e que os nervos tomem conta de nós, caso não consigamos marcar”, defendeu o jogador, que acredita na revalidação do titulo e na conquista do tetra.

Tomás Costa, que foi o porta-voz do grupo de trabalho, no final do treino, no Olival, referiu que apesar da inesperada derrota em casa com o Leixões (3-2), o FC Porto ”está apenas a dois pontos do comando”.

O jogador confessou que não é normal o FC Porto sofrer duas derrotas consecutivas, que considerou ”dolorosas”, mas referiu que o plantel está a reagir bem, unido e tranquilo.

”Parece-me que temos jogado bem, criamos situações de golo, mas os resultados não reflectem isso”, referiu o argentino Tomás Costa, recordando que ”o Dínamo Kiev fez um remate à baliza e marcou um golo”.

O médio Tomás Costa, um dos sete argentinos que integram o contingente sul-americano dos ”dragões”, referiu que tanto lhe agrada jogar com o seu compatriota Lisandro como com o brasileiro Hulk.

A adaptação dos jogadores que chegaram esta época ao plantel do FC Porto foi também abordada por Tomas Costa na conversa com a comunicação social, referindo que ”é sempre necessário um período de adaptação”.

”Esta fase de transição é normal e o Benfica, por exemplo, também está a passar pelo mesmo”, adiantou Tomás Costa, que considerou ser bom o ambiente e espírito de equipa mesmo fora do campo.

O polivalente Tomás Costa tem assumido um papel importante na equipa, dado que assume vários papéis durante o decorrer de um jogo. Com o Leixões começou a médio, passou por lateral esquerdo e acabou a lateral direito.

”Frente ao leixões não fui um defesa típico, a equipa estava a atacar muito e senti-me mais médio do que defesa”, referiu o jogador, afirmando que se sente mais confortável a jogar no meio-campo.

O jogador reconhece que no miolo da equipa portista há muitos jogadores de qualidade, como Lucho, Raul Meireles, Fernando e Guarin, pelo que sempre que tiver de actuar noutra posição não terá qualquer problema.

O incidente que envolveu Cristian Rodriguez no final do jogo com o Leixões, no Dragão, nomeadamente o alegado apedrejamento da viatura do argentino, foi também comentado e desvalorizado por Tomás Costa.

”Há gente dessa em todo o lado, aqui, na Argentina, em todo o Mundo. É óbvio que estamos com o nosso companheiro neste mau momento, mas não há razão que justifique estes actos. Nenhum jogador quer fazer as coisas mal e não tenho duvidas que o ”Cebola” vai mostrar por que é que está aqui e que é um grande jogador”, referiu.

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