LC: Declarações após o encontro Manchester City-Chelsea (0-1)
Declarações após o encontro Manchester City-Chelsea (0-1), da final da edição 2020/21 da Liga dos Campeões em futebol, disputada no Estádio do Dragão, no Porto.
[b]Kai Havertz[/b]
“Nem sei bem o que dizer, não sei mesmo. Esperei muito tempo por este momento. Quero agradecer à minha família, aos meus pais, à minha avó e à minha namorada.
Esperei 15 anos para viver este momento e aqui está”.
[b]César Azpilicueta[/b]
“Escrevemos história. Eu disse antes do jogo: temos um grupo incrível, todo o mundo trabalha, é incrível.
Nunca tinha conseguido dar este passo, por isso esta noite é muito bonita. Merecemos esta vitória e agora vamos celebrar.
É muita emoção. Isto é o máximo que se pode ganhar ao nível de clubes. É um orgulho ser capitão desta equipa e tocou-me levantar a taça.
Tivemos ocasiões para fazer o segundo golo. Não conseguimos, mas soubemos sofrer. A chave desta equipa é a energia e a força do grupo, o coletivo.
Ao princípio, ninguém contava connosco, mas agora estamos aqui, fomos nós os campeões”.
[b]Olivier Giroud[/b]
“Jogámos contra uma equipa soberba e o encontro decidiu-se em detalhes. Esta é a mais bela das competições de clubes e, claro, um sonho de infância.
Tive a oportunidade de marcar alguns golos [terceiro melhor marcador da ‘Champions’ desta época, com seis], o que é um grande orgulho, pois só fui três vezes titular.
Quero aproveitar cada momento, porque estes momentos são raros. O futebol é extraordinário, principalmente quando há adeptos nos estádios, porque jogos sem público deveriam ser proibidos”.
[b]Ben Chilwell[/b]
“Sabíamos que ia ser um jogo duríssimo. Na segunda parte lutámos como se fosse pelas nossas vidas para travar o Manchester City e ganhar esta Liga dos Campeões. Lutámos muito”.
[b]N’Golo Kanté[/b]
“É incrível, é o resultado de muito esforço, depois de passarmos por muitas dificuldades ao longo da época. É uma alegria e um orgulho. Este título é resultado do trabalho de todo o grupo.
Ser eleito o melhor jogador nas duas meias-finais e na final é secundário, o principal é o que fizemos: lutámos para estar na final e hoje sofremos, mas fomos recompensados com a vitória.
Agora, temos de saborear este feito, ganhámos a Liga dos Campeões, o Europeu pode esperar, mas, depois, vou-me juntar à seleção de França e espero ganhá-lo também.
Mudámos de treinador ao longo da época, mudámos de tática, mas conseguimos acabar a época a ganhar”.
[b]Thiago Silva[/b]
“É o momento mais importante da minha carreira. É inolvidável, estou tão contente.
[Em referência à substituição, devido a lesão] Não conseguia continuar. Num jogo deste nível é preciso estar a 110% e não estava a mais do 70%, mas a equipa manteve-se calma, defendeu bem, sofremos, mas sabíamos que era preciso sofrer contra um adversário como o City.
[Sobre a entrada do treinador Thomas Tuchel] Por vezes, é difícil compreender algumas coisas que se passam na vida. Ele mudou tudo, até a mentalidade da equipa.
[No Porto foi] onde tive um dos piores momentos, não da minha carreira, mas da minha vida. Começou aqui. Fiquei curado aqui e fui campeão da ‘Champions’ aqui. Por vezes, só entendemos depois e hoje entendo que todo o sacrifício que fiz foi válido para hoje estar a levantar esta taça tão importante.
Quando soube que jogo seria transferido para Porto vieram-me à memória algumas situações passadas: a tuberculose, ter passado seis meses internado e hoje posso estar a festejar aqui”.


