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O Benfica marcou mais de o dobro dos golos do Sporting de Braga na Liga de futebol, mas a equipa minhota até tem maior número de ataques e de cruzamentos do que os lisboetas nas oito jornadas da prova.

Liga Sagres: Benfica tem o dobro dos golos, mas Braga ataca mais
Liga Sagres: Benfica tem o dobro dos golos, mas Braga ataca mais

Aos 30 golos que os ”encarnados” já apontaram no campeonato, os bracarenses respondem com apenas 13, diferença que se explica pela eficácia ofensiva do Benfica e especialmente do paraguaio Óscar Cardozo, melhor marcador da prova, com 11 golos, e seus pares.

O Sporting de Braga totaliza 340 ataques, apenas menos um do que o tetracampeão FC Porto (341), líder deste ”ranking”, e mais 29 em relação ao Benfica, que divide a terceira posição com o rival Sporting, ambos com 311.

O clube lisboeta é o segundo mais rematador da prova, com 133 tentativas, mas tem apenas dois remates de vantagem sobre o adversário do próximo sábado (131), com o qual está empatado no topo da classificação da Liga.

O FC Porto, apesar de ter menos 12 golos do que o Benfica, é a equipa mais rematadora, com 138, mas as ”águias” saltam para a liderança sempre que os remates acertam na baliza adversária, com 63 disparos, enquanto o Braga é terceiro, com 50.

Os ”arsenalistas” voltam a ganhar nos cruzamentos, com um total de 190, contra 156 do Benfica, mas a estatística dos lances de bola parada ajuda a explicar os 17 golos marcados pelos lisboetas na sequência deste tipo de jogadas.

A equipa da Luz comanda os ”rankings” de livres, com um total de 57, dos quais já resultram oito tentos, e de pontapés de canto, tendo beneficiado de 65, que proporcionaram quatro remates certeiros, contra 38 livres e 62 cantos do Braga.

As cinco grandes penalidades convertidas por Cardozo, que até falhou as duas primeiras tentativas, também contribuem para o pecúlio nas bolas paradas do Benfica, que, com sete castigos máximos concedidos pelos árbitros, se destaca do segundo mais ”favorecido”, o FC Porto, com três.

O Braga foi a equipa que perdeu mais vezes a bola para os adversários, com um total de 136 (média de 17 por jogo), contra 81 do Benfica (10,12), tendo recuperado apenas mais três do que os lisboetas (100 contra 97).

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