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O Sevilha, adversário do Sporting de Braga no “play-off” da Liga dos Campeões de futebol, renasceu no novo milénio, depois de ter andado alguns anos na II divisão espanhola.

Sevilha, um «histórico» rejuvenescido no novo milénio
Sevilha, um «histórico» rejuvenescido no novo milénio

Depois de alguns momentos de glória nos anos 30 e 40, em que ganhou o seu único campeonato (1945/46) e três Taças do Rei (1934/35, 1938/39, 1947/48), o Sevilha esteve mais de meio século sem conquistar qualquer troféu, à exceção de alguns títulos da segunda divisão, o último dos quais em 2001.

Com Juande Ramos à frente da equipa, os andaluzes viveram os seus momentos mais dourados, com as conquistas de duas Taças UEFA (2005/06 e 2006/07), uma Supertaça europeia (2006), uma Taça do Rei (2006/07) e uma Supertaça espanhola (2007).

Depois da saída de Ramos e apesar de se manter no topo do futebol espanhol, o Sevilha perdeu algum protagonismo, conquistando apenas a Taça do Rei da última temporada e não conseguindo lutar pelo título.

Das duas vezes que esteve na Liga dos Campeões, o Sevilha passou sempre a fase de grupos, acabando por cair nos oitavos de final, frente ao Fenerbahce em 2007/08 e com o CSKA de Moscovo na última época.

Para esta temporada, o Sevilha perdeu uma das suas principais figuras, o defesa/médio Adriano, contratado pelo FC Barcelona.

As grandes figuras da equipa continuam a ser a dupla de avançados, formada pelo maliano Frédéric Kanouté e o brasileiro Luís Fabiano, secundados pelo espanhol Álvaro Negredo.

O defesa francês Mouhamadou Dabo (ex-Saint-Étienne) e os médios italianos Tibério Guarente (ex-Atalanta) e Luca Cigarini (ex-Nápoles) são as principais contratações do Sevilha para esta temporada.

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