João Félix: De jovem promessa a “máquina de imprimir dinheiro”
A transferência de João Félix para a Arábia Saudita gerou controvérsia, com a empresária Jen Mendelewitsch a criticar o avançado português por não assumir o controlo da sua carreira.
A recente mudança de João Félix para o Al Nassr, clube da Arábia Saudita onde já atua Cristiano Ronaldo, tem suscitado diversas reações no mundo do futebol.
A empresária FIFA, Jen Mendelewitsch, não poupou críticas ao avançado português, referindo-se a ele como uma “máquina de imprimir dinheiro”. Em declarações à RMC Sport, Mendelewitsch afirmou que Félix se tornou um exemplo negativo para jovens jogadores com potencial.
“João Félix não joga futebol há muito tempo. É uma impressora. É uma máquina de imprimir dinheiro e com o próprio aval, já que ele não se rebela”, comentou a empresária, sublinhando que o jogador deveria ter tomado as rédeas da sua carreira há muito tempo. Mendelewitsch destacou que Félix permitiu que outros decidissem por ele, levando-o a projetos que não lhe agradam.
A crítica estende-se também aos clubes que o avançado representou, desde a sua saída do Benfica, passando pelo Atlético de Madrid, Chelsea, Barcelona e Milan. Mendelewitsch reconheceu que, apesar de alguns desses clubes serem atraentes, a responsabilidade pelo rumo da carreira de Félix recai sobre ele. “Teve um bom período com o Xavi, mas o João é responsável pelo caminho que está a tomar”, concluiu.
Estas declarações de Jen Mendelewitsch vêm ao encontro à opinião do sócio benfiquista Jaime Cancella de Abreu, que classificou Félix como “principezinho das Arábias” e ficou satisfeito pelo facto de o Benfica ter “escapado” a um jogador sem “mentalidade de campeão”.


