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O PSG conquistou a FIFA Intercontinental Cup frente ao Flamengo, com Vitinha, João Neves e Nuno Mendes a titulares.

Vitinha e Nuno Mendes exímios nos penáltis dão FIFA Intercontinental Cup ao PSG
Vitinha e Nuno Mendes exímios nos penáltis dão FIFA Intercontinental Cup ao PSG

O PSG ergueu hoje a FIFA Intercontinental Cup, após vencer na final o Flamengo, graças aos penáltis convertidos por Vitinha e Nuno Mendes no desempate (2-1), após 120 minutos em que persistiu a igualdade.

O clube francês sucedeu aos espanhóis do Real Madrid no historial da competição, conquistada hoje com a também ajuda preciosa do guardião russo Safonov, responsável por quatro defesas no desempate. Antes, o georgiano Kvaratskhelia marcou para os parisienses (minuto 38) e italiano Jorginho repôs a igualdade (62), de penálti, para o recém-campeão brasileiro e sul-americano, em Al Rayyan, no Qatar.

O tetracampeão francês e campeão europeu, que teve entrada direta na decisão, ao contrário dos cariocas, que bateram os mexicanos do Cruz Azul (2-1), nos quartos de final, e os egípcios do Pyramids, nas ‘meias’, entrou mais determinado em chegar cedo ao primeiro golo, que podia ter acontecido logo à passagem do minuto três, não fosse João Neves rematar à malha lateral da baliza.

Em busca do quinto troféu em 2025, o emblema carioca conseguiu cobrir melhor os espaços, ajustar as marcações e equilibrar a final, que estava com um ligeiro ascendente para os europeus, que tiveram Gonçalo Ramos no ‘banco’ durante todo o jogo.

Só que, numa altura em que o PSG já tinha perdido o sul-coreano Lee Kang-in por lesão, Kvaratskhelia apareceu na ‘cara’ do guarda-redes Agustín Rossi – que ‘meteu água’ ao não segurar uma bola cruzada por Doué – e limitou-se a empurrar para o fundo das redes.

E foi através de um lance de bola parada, mais concretamente na cobrança de um pontapé de canto, que o ‘Fla’ conseguiu criar um verdadeiro sobressalto aos gauleses, porém, o médio chileno Erick Pulgar, livre de marcação ao segundo poste, não foi capaz de cabecear a bola na direção certa.

Sem conseguir dilatar a vantagem no recomeço, a margem mínima no resultado era perigosa para os gauleses, que permitiram ao emblema ‘canarinho’ ganhar ânimo e sonhar com a conquista.

Uma falta cometida pelo central Marquinhos sobre o uruguaio Giorgian De Arrascaeta na grande área deu origem a uma grande penalidade, convertida por Jorginho, aos 61 minutos.

Nos instantes finais, o resultado podia ter ‘caído’ para qualquer um dos lados, tendo estado mesmo muito perto de ser favorável ao PSG, mas Marquinhos desperdiçou de forma inacreditável à ‘boca’ da baliza, após ser servido pelo francês Ousmane Dembelé, galardoado com o prémio The Best para melhor futebolista do mundo, atribuído pela FIFA, na terça-feira.

Seguiu-se o prolongamento e o antigo extremo de Borussia Dortmund e FC Barcelona, hoje suplente, inverteu os papéis para ser ele a ter uma grande chance de ‘vestir a capa de herói’, com o remate de pé esquerdo a não ter o desfecho desejado.

Sem conseguir desempatar durante os 30 minutos de tempo extra, os franceses apresentaram-se mais competentes da marca dos onze metros, nomeadamente os portugueses Vitinha e Nuno Mendes, os únicos do PSG a conseguirem bater na bola com eficácia, enquanto do lado dos cariocas somente De la Cruz conseguiu converter um dos cinco pontapés.

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