Catarina Mestre
Catarina é de Faro, mas o futebol levou-a a acompanhar clubes e negociações de transferências de norte a sul do país. Desde muito nova ficou fascinada não pelo que acontece dentro das quatro linhas, mas por tudo o resto: os rumores, as negociações, os agentes, os bastidores dos balneários. É esse lado menos visível do jogo que a prende ao ecrã até às duas da manhã a ler relatórios e declarações nas redes sociais dos clubes europeus.
Escreve sobre o mercado de transferências com uma mistura de ceticismo saudável e curiosidade genuína. Não acredita em tudo o que circula na internet, e é precisamente por isso que tenta contextualizar os rumores em vez de os amplificar sem critério. Quando um nome aparece ligado a um clube português, ela já andou a escarafunchar o historial do jogador, os números reais e o que os bastidores dizem antes de escrever uma linha.
Fora do futebol, é adepta assumida de séries de crime e de longas caminhadas pela costa algarvia. Diz que as duas coisas a ajudam a manter a cabeça fria para não cair em narrativas fáceis, dentro e fora do campo.


