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Avançado explica dificuldades do Benfica em Istambul face ao Fenerbahçe. Disciplina condicionou jogo ofensivo das águias. Tudo se decide na Luz.

“Os cartões amarelos impediram-nos de ser agressivos”, justifica Pavlidis
“Os cartões amarelos impediram-nos de ser agressivos”, justifica Pavlidis

O Benfica saiu de Istambul com um empate sem golos diante do Fenerbahçe, em jogo da primeira mão do play-off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. No Estádio Sükrü Saraçoglu, a equipa de Bruno Lage resistiu à pressão dos turcos, sobretudo após a expulsão de Florentino Luís, e manteve a eliminatória em aberto.

No final da partida, Vangelis Pavlidis analisou o encontro e destacou a forma como os encarnados se adaptaram às circunstâncias: “Sabíamos que a atmosfera ia ser assim, muito agressiva. Controlámos na primeira parte e eles não criaram tantas oportunidades, mas temos de jogar mais ao ataque e de ser mais agressivos e criativos. Foi um jogo difícil”.

O avançado grego frisou que não sentiu grande desequilíbrio entre as duas equipas: “Acho que não houve grande diferença entre as duas equipas. Os três cartões amarelos que os nossos médios viram impediram-nos de ser tão agressivos como queríamos, mas não senti que eles criaram tantas oportunidades ou que foram muito melhores. Nós também tivemos algumas oportunidades e bons momentos, mas não conseguimos marcar ou criar mais como queríamos”.

Já sobre a reta final do encontro, Pavlidis explicou a estratégia da equipa após a expulsão: “Depois do cartão vermelho a Florentino, é normal que tivéssemos ficado num bloco mais baixo e defendido para manter o 0-0 antes do jogo em casa, onde vamos lutar pela entrada na Liga dos Campeões”.

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