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O treinador do Gil Vicente destacou o merecimento da vitória sobre o Nacional e enalteceu os golos marcados em lances ensaiados.

César Peixoto considera vitória “muito merecida” e elogia trabalho de bola parada
César Peixoto considera vitória “muito merecida” e elogia trabalho de bola parada

O Gil Vicente regressou aos triunfos na I Liga portuguesa ao vencer o Nacional por 2-1, num encontro da 18.ª jornada que permitiu à equipa minhota consolidar o quarto lugar da tabela classificativa.

César Peixoto, treinador dos gilistas, considerou que o triunfo foi justo, apesar de reconhecer as dificuldades encontradas durante o desafio. “Foi uma vitória muito merecida, num jogo difícil. Na primeira parte fomos superiores, com muita bola, mas faltou-nos ser mais eficazes. O Nacional saiu em transição e criou ocasiões”, afirmou o técnico.

O mentor do Gil Vicente revelou que foram feitos ajustes durante o intervalo, que contribuíram para um melhor desempenho na segunda parte. “Ao intervalo corrigimos algumas coisas. Não entrámos como queríamos, mas foi mais equilibrado. Fizemos o 2-1 e demos justiça ao marcador”, explicou César Peixoto, referindo-se ao golo decisivo de Santi García aos 57 minutos.

Sobre o final do encontro, o treinador admitiu algum sofrimento perante a equipa madeirense. “Na fase final, sofremos um bocadinho porque o Nacional é uma equipa fisicamente forte, mas acho que a vitória nos assenta bem, num jogo equilibrado. A vitória ajusta-se”, sublinhou.

César Peixoto destacou ainda a importância dos lances de bola parada, que foram decisivos neste encontro. “Trabalhamos todos os momentos do jogo e felizmente temos feito alguns golos assim. É trabalho de casa e todos os momentos contam. Hoje foram três golos de bola parada”, referiu, não deixando de criticar uma decisão arbitral: “O Nacional também marcou num lance que é mão; não entendo como o VAR não chama o árbitro”.

Sobre o reforço Lucão, o treinador mostrou-se satisfeito com a contratação. “Enquadra-se no nosso projeto. Tem muita qualidade. Chegou há três dias e está a entrar na dinâmica da equipa. É um guarda-redes para o futuro”, afirmou, acrescentando: “Estávamos muito satisfeitos com o plantel construído no início da época e, se não saísse ninguém, não precisávamos de ninguém”.

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