“O preço que se paga por ser verdadeiro”
O árbitro Luís Godinho está no centro de uma polémica após o empate entre o Famalicão e o FC Porto (1-1), em jogo da 13.ª jornada da Primeira Liga.
Aos 70 minutos, após consulta ao VAR, Luís Godinho, árbitro da Associação de Futebol de Évora, assinalou uma grande penalidade a favor do Famalicão por mão na bola de Pepê na área portista, decisão que anulou um golo de Samu na mesma jogada.
Luís Godinho recorreu às redes sociais para responder às críticas, afirmando: “O preço que se paga por ser verdadeiro, sério e honesto é de tal forma alto, que só sabe mesmo quem o paga.”
Esta não é a primeira vez que Luís Godinho se vê envolvido em situações polémicas. Em fevereiro de 2021, após arbitrar o jogo entre FC Porto e Sporting de Braga, o árbitro e a sua família foram alvo de ameaças de morte, caso que denunciou publicamente e que levou à intervenção das autoridades.
Já em agosto de 2023, foi criticado pelo FC Porto devido à sua atuação na Supertaça contra o Benfica, onde expulsou o treinador Sérgio Conceição.
A polémica em torno da decisão de Luís Godinho no jogo Famalicão-FC Porto continua a gerar debate. Nas redes sociais, o sócio do FC Porto, Tiago Silva, pediu a divulgação dos áudios do VAR, questionando a decisão do árbitro: “O FC Porto devia solicitar os áudios do VAR“, escreveu no X.


