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Declarações de Rui Borges, treinador do Sporting, após a vitória frente ao Casa Pia (3-1), em jogo da 25.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, realizado este domingo no Estádio Municipal de Rio Maior.

“É natural que olhemos e percebamos que o Benfica está perto”
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“Chegámos ao 2-0 numa primeira parte equilibrada. Demorámos a encaixar na pressão, com os nossos médios desconfiados, o Morten Hjulmand ainda não está a 100%. Tirando isso, fomos capazes e competentes. Depois do 2-0, foi um bocado o que tem acontecido nos últimos jogos. Não podemos sofrer o 2-1 a acabar a primeira parte, num lance completamente controlado. Deixámos a equipa adversária acreditar, quando não estava a fazer nada para isso.

No início da segunda parte, como tinham feito o 2-1, isso cria uma energia diferente na equipa que está a perder, pois acredita na reviravolta. Foi um início competitivo, o Rui Silva faz uma boa defesa num livre e, depois, fomos crescendo e melhorando. As substituições ajudaram muito, o Morita e o Geny Catamo entraram muito bem, chegámos ao 3-1 e o Casa Pia perdeu energia. Controlámos e a vitória é mais do que justa.

A minha leitura é focar-me no que controlamos. É natural que olhemos e percebamos que o Benfica está perto, mas temos é de ser rigorosos nos nossos jogos. Estamos em primeiro e não adianta muito olhar para os outros. Serão nove jogos muito difíceis, para nós e para todos. Temos de ser capazes de perceber que a equipa está a aumentar os índices de confiança.

É impossível fugir à importância do Viktor Gyökeres, por tudo o que dá à equipa e transmite aos colegas e aos adversários. É um avançado fenomenal e tem tudo: força, técnica e velocidade. É impressionante e é clara a importância dele na nossa equipa, seja contra blocos altos ou baixos”.

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