Vasco Botelho da Costa: “Os jogadores mereciam sair daqui com pontos”
O treinador do Moreirense mostrou-se satisfeito com a atitude da equipa após o empate frente ao Famalicão na I Liga.
O Moreirense somou um ponto importante na luta pela manutenção na I Liga portuguesa de futebol, ao empatar 1-1 frente ao Famalicão, num encontro da 29.ª jornada. O treinador da equipa visitante, Vasco Botelho da Costa, analisou o desempenho da sua equipa, destacando as diferenças entre as duas partes do jogo.
Vasco Botelho da Costa começou por afirmar que “o jogo teve duas partes completamente distintas”. O técnico explicou que, na primeira parte, a equipa esteve “bem a entender aquilo que o jogo pedia, sobretudo na construção e na procura da profundidade”. No entanto, na segunda parte, o Moreirense teve mais dificuldades, devido à “dimensão física que o Famalicão colocou no jogo”.
O treinador do Moreirense elogiou ainda o adversário, classificando-o como “uma equipa muito forte, bem trabalhada”, e admitiu que não foi fácil dominá-la durante os 90 minutos. Vasco Botelho da Costa destacou ainda o perigo criado pelo Famalicão nas bolas paradas, que obrigou o Moreirense a recuar. “O Famalicão criou muito perigo nas bolas paradas, com bolas a passar muito perto, cortes em cima da linha e grandes defesas do André”, referiu.
Apesar das dificuldades, Vasco Botelho da Costa mostrou-se satisfeito com a atitude da equipa, que “lutou muito” e mereceu sair do jogo com um ponto. “Queríamos ganhar, não conseguimos, mas acho que, pela atitude que tiveram, os jogadores mereciam sair daqui com pontos”, afirmou o treinador do Moreirense.
O técnico admitiu que o jogo tomou um rumo que não era o preferido da equipa, mas sublinhou a importância de somar pontos, especialmente fora de casa. “Num campeonato em que é muito importante somar, pontuar fora contra uma das melhores equipas é sempre melhor do que perder”, referiu Vasco Botelho da Costa.
Por fim, o treinador do Moreirense destacou a necessidade de analisar o que correu menos bem, sobretudo nas bolas paradas, e de corrigir esses aspetos nos próximos jogos. “O foco tem de ser no processo, perceber o que fizemos menos bem, porque perdemos capacidade de pressão e o que temos de corrigir”, concluiu Vasco Botelho da Costa.


